Estudo de caso: Mais conteúdo nem sempre significa melhor posicionamento no Google.

Estudo de caso
Estudo de caso

Estudo de caso: Mais conteúdo nem sempre significa melhor posicionamento no Google.

Você já ouviu que “conteúdo é rei”? Eu também. Mas aprendi algo valioso na prática. Nem sempre publicar mais gera melhores posições. Neste estudo de caso, eu mostro por quê cortar conteúdo raso pode aumentar o tráfego.

O contexto do estudo de caso

Trabalhei com um escritório de advocacia nos EUA. Eles queriam ranquear para termos ligados a benefícios por incapacidade. O site tinha dezenas de páginas de “área de atendimento”, uma por cidade, feitas no piloto automático.

A ideia era simples. Capturar “palavra-chave + cidade”. O problema? Essas páginas repetiam o mesmo texto. Elas não ajudavam o usuário. E não tinham qualquer apoio interno ou externo.

O problema que detectei

Ao auditar o site, vi quatro pontos que travavam o crescimento. Eles pareciam pequenos, mas somados derrubavam o desempenho orgânico.

  • Conteúdo duplicado: os textos mudavam só o nome da cidade. Nada de fatos locais ou provas.
  • Intenção errada: criadas apenas para “ranquear”, não para resolver dúvidas reais.
  • Sem links: quase nenhuma linkagem interna. Backlinks? Praticamente zero.
  • Sem tráfego: páginas órfãs viram “sucata” no índice. Diluição de autoridade.

Esse combo gera canibalização e desperdício de rastreamento. O Google perde tempo. O usuário perde confiança. A marca perde visibilidade.

A hipótese e o plano de ação

Minha hipótese foi direta. Menos páginas, mais valor. Eu decidi podar o que não ajudava o usuário. E transferir valor para páginas fortes e úteis.

O plano teve três passos simples. Remover páginas fracas, aplicar redirecionamentos 301 e reforçar a navegação interna. Assim, concentrei relevância e sinalizei o que realmente importa.

  • Podar: excluir páginas de baixa utilidade e duplicadas.
  • Redirecionar: 301 para páginas principais sobre o tema central.
  • Reforçar: melhorar internal linking para hubs relevantes.

Nada de atirar para todos os lados. A ideia foi focar em qualidade. E tornar as páginas alvo realmente completas e confiáveis.

Os resultados apareceram rápido

Em poucas semanas, os sinais mudaram. O posicionamento no pacote local subiu para termos-chave do nicho. O orgânico tradicional também melhorou. Com menos páginas, o site ficou mais claro para buscadores e pessoas.

Não foi mágica. Foi foco. A consolidação fortaleceu sinais de relevância. As páginas principais passaram a receber mais autoridade e cliques qualificados.

Por que mais nem sempre é melhor

Publicar por publicar pode prejudicar. Isso dilui autoridade entre muitas URLs fracas. Prejudica a navegação. E confunde a intenção. O Google entende o conjunto do site, não só uma página isolada.

Conteúdo raso gera baixas métricas de engajamento. Isso derruba a confiança. E aumenta a chance de o algoritmo ignorar parte do seu site com o tempo.

Quando páginas de área de atendimento funcionam

Elas podem dar certo, sim. Mas precisam ser únicas e úteis. E responder ao “por que essa página existe?”. Aqui está o que eu recomendo validar.

  • Conteúdo local: casos, leis, dados e eventos da cidade.
  • Prova social: depoimentos, prêmios e mídia local.
  • Detalhes práticos: rotas, contatos e horários específicos.
  • Autoridade: backlinks locais e citações NAP consistentes.
  • Arquitetura: boas camadas e links internos contextuais.

Sem isso, é melhor testar poucas páginas e medir. Só escale se houver sinal claro de tração e retorno.

Como aplicar no seu site hoje

Eu sigo um roteiro simples. Ele evita desperdício e acelera aprendizados. Você pode seguir o mesmo caminho e adaptar ao seu nicho.

  • Audite: mapeie páginas sem tráfego, sem links e conteúdo repetido.
  • Priorize: identifique hubs que representam sua proposta de valor.
  • Teste: crie poucas páginas locais com diferenciais reais.
  • Enriqueça: adicione dados, imagens próprias e respostas específicas.
  • Interligue: construa trilhas internas claras para hubs e suporte.
  • Meça: monitore impressões, cliques, posições e conversões.
  • Decida: escale o que performa. Redirecione o que não agrega.

Não esqueça dos fundamentos. Pesquisa de palavras, intenção do usuário e concorrência na SERP. Seu conteúdo precisa encaixar no cenário real.

Lições-chave deste estudo de caso

O que eu aprendi aqui vale para muitos setores. Principalmente para locais e SMBs. Veja os pontos que mais pesaram na virada.

  • Qualidade vence quantidade quando há duplicidade e pouca utilidade.
  • Arquitetura importa: redirecionar consolida sinais e melhora foco.
  • Links internos são alavancas rápidas e muitas vezes ignoradas.
  • Teste antes de escalar: publique pouco, meça e ajuste.
  • Intenção guia tudo: escreva para pessoas, não só para robôs.

Esse processo reduz ruído e aumenta clareza. O Google entende melhor o que você faz. O usuário acha o que precisa em menos cliques.

Conclusão

Mais conteúdo só ajuda se for o conteúdo certo. Neste estudo de caso, podar páginas fracas e consolidar valor trouxe ganhos rápidos. Teste, meça e ajuste. Foque em utilidade real. O ranqueamento virá como efeito.

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